quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Ano Internacional da Astronomia

O Ano Internacional da Astronomia (AIA 2009) não foi titulado por acaso. Este ano faz 400 anos das primeiras descobertas realizadas com o telescópio, 40 anos do homem na lua, 90 anos da confirmaçã0 da Teoria da Relatividade, além dos 400 anos da Astronomia nova de Kepler.

Este tema não desperta apenas a curiosidade astronômica, mas da ciência em geral. Internacionalmente assim definido, atrairia jovens e adultos de todas as classes sociais.

O AIA 2009 propõe incentive de unir os mais diversificados astrônomos num trabalho conjunto para descobrir e analosar questões da astronomia e da própria existência humana. Este ano nos convida a refletir nos contributos e conquistas da Astronomia para a humanidade. Como por exemplo, a grande descoberta de Nicolau Copérnico (1473-1543), que a Terra não era o centro do Universo. Esta sua inovadora ideia quase lhe custou a vuda, já que quebrou as certezas conceituais da época.

Apesar de toda a nossa evolução civil, tecnológica e de sabedoria, o sucedido astrônomo Ronaldo Rogério de Freitas fez a ilustre afirmação: “Levando conosco este pensamento, podemos chegar onde a capacidade intelectual humana não pode alcançar”.

Pergunte a si mesmo o que aconteceu de mais importante na Astronomia em todos os tempos!
Se você respondeu a invenção do telescópio em 1609, por Galileu Galilei, saiba que esta resposta ficou em 3º lugar numa pesquisa realizada entre estudantes.
Galileu descobriu o funcionamento do telescópio e o transformou num instrumento responsável pelas mais incríveis descobertas.

Depois da magnífica invenção e descoberta do telescópio, vieram muitas mais descobertas junto com o avanço tecnológico. Hoje vimos máquinas como caixas cheio de mistério. Isso nos leva a não nos sentirmos completamente integrados ao mundo em que vivemos; incapazes de prevermos o seu future, quanto mais de propormos caminhos.

E assim são, as metas do Ano Internacional da Astronomia:
- Difundir na sociedade uma mentalidade científica;
- Promover acesso a novos conhecimentos e experiências observacionais;
- Promover comunidades astronômicas em países em desenvolvimento;
- Promover e melhorar o ensino formal e informal da ciência;
- Fornecer uma imagem moderna da ciência e do cientista;
- Criar novas redes e fortalecer as já existentes;
- Melhorar a inclusão na ciência, promovendo uma distribuição mais equilibrada entre os cientistas provenientes de camadas mais pobres, de mulheres e minorias raciais e sexuais.


Texto elaborado pelo alunos do 2° E.M.A

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